sexta-feira, 24 de julho de 2009

Parque na Renforth

Hoje foi um dia que as coisas deram certo. Finalmente compramos o primeiro dos tapetes que precisamos. Foi divertido, colocar um tapete de 8 pés por 10 pés dentro de um carrinho como o Corolla, com mais dois adultos e tres crianças. Mais divertido foi ver o tapete que tanto sonhavamos mas que custava 300 dólares em uma liquidação relampago por 100 dólares!!!
Tambem lavamos o carro num lava rápido automatico (touchless, como se fala aqui). As meninas ficaram desesperadas, rs. Valeu pela brincadeira porque logo em seguida o tempo fechou e caiu o maior temporal, rs. Sujou tudo de novo.
Tambem devolvemos a chave do apartamento, foi feita a vistoria, obviamente tudo tava ok. Sai um pouco chateado do apartamento, passamos quatro meses muito felizes lá. Foi lá que organizamos nossa vida no Canadá, compramos nossos móveis, nossos carros, lá que começamos todos a estudar, foi muito bom.
Para fechar o dia comemos uns donuts de lanche no Tim Hortons e fomos para o parque, já que a chuva tinha parado. No parque ficamos mais de duas horas, ficamos até o anoitecer. É muito perto de casa o parque. Diferentemente de Mississauga onde existiam somente asiáticos esse é um parque de europeus, leste europeus para ser mais preciso. Como eu e as crianças parecemos europeus do leste passamos desapercebidos dessa vez. Minoria visível somente a Lena, hoje., rs
Eu evito ao máximo falar com os locais porque falar em ingles é algo que exige muito esforço da minha parte, e em um parque eu quero mais é me desligar um pouco dos problemas. Mas a minha capacidade de atrair as pessoas é infinita, rs. Fiz amizade com o pai da Keyla, uma menina que pegou bastante amizade com o Du. Mas estou escrevendo isso para demonstrar a diversidade cultural do Canadá. A Keyla é filha de uma greco-cipriota com um macedonio!!!!
Como as pessoas mais próximas sabem, eu adoro geografia humana desde criança. Então foi aquela discussão de onde era a Macedonia histórica e de como foi a guerra civil em Creta.
Mas imagino como vai ser legal para as crianças serem criadas em um local tão pequeno como Toronto, mas que reúne pessoas das mais diferentes etnias. Em quatro meses aqui no Canadá já tive contato (diriamos um pouco mais intenso) com indianos, paquistaneses, libaneses, sri lankeses (como será que fala isso!), turcos, moldavos, colombianos, chineses, poloneses.
Já pensou o Du indo passear em Creta na casa da avó da Keyla daqui há alguns anos, rs, rs, rs.

3 comentários:

  1. PS Onde le-se Creta, favor ler Chipre. A mãe da menina é do Chipre, e não de Creta. Desculpem nossa falha.

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  2. Como vou falar em um post logo logo, a cidade de Toronto me encanta a cada dia. Se não bastasse o charme que ela tem ainda estamos viajando pelo mundo a cada conversa, cada novo conhecido. Só esta faltando mesmo é o calorzinho que todos dizem que existe por aqui mas que ainda não senti, rs.

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  3. Oi Sergio , como professora de geografia fiquei contente pelo seu carinho pela geografia humana. Quem nasce no Sri Lanka é sri lankês, mas como costumo dizer, saber isso em português, não tem a menor importância por aqui. Adorei a sua previsão de futuro rsrsrs. Falei para o Paulo sobre a dificuldade com os locais no inglês, ele me falou que é a coisa mais normal do mundo e que ele que trabalha com 90% canadenses, tem hora que não entende nada. Quando são pessoas mais velhas que falam comigo eu entendo muito bem, agora quando são jovens, só entendo o final das frases hehehe, o calgariano tem um sotaque típico parece um pouquinho com o texano, quando a gente conversa com um canadense de outro lugar, já se percebe a diferença. Estamos torcendo por vcs família linda.
    Beijos e se arrique bastante no
    inglês.
    Eliane

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